10062006monchique
Tão rica em histórias reais e contos de fadas.
Por regra e por alguma experiência, a nova geração de bibliotécas, vem acompanhada por uma nova geração de funcionários.
Por sua vez, essa geração, consegue dar um novo fôlego aos livros empoeirados e à muito esquecidos nas parteleiras.
Mas quando há mistura de duas gerações, é quase como se houvesse uma reação entre dois produtos quimicos.
Esquecem que são o espelho da instituição, esquecem que na qualidade de espelho, refletem para o exterior a sua boa ou má imagem.
Por muito esforço que o utente faça, muitas vezes, torna-se impossivél, pois há funcionários que fazem questão de reflétirem a sua má imagem, porque só dessa forma, pouco natural, é que conseguem fazer refléxo.
Penso e tenho para mim, que a boa refléxão é forte como a luz do sol, fazendo com isso a distinção da má refléxão.
Mas o grande problema das bibliotécas portuguêsas, é o facto de quem tem a obrigação de as ir actualizando com novos produtos, prefere ir esquecendo de o fazer.
Com isto torna as bibliotécas em castelos fantasmas.
Castelos, pela riqueza da contrução e belas ou terriveis histórias que contêm.
Fantasmas pelo facto de servirem um mundo que não interessa a esta dimenção.
José Amaro