Escrevo estas letras, para que possam ver como existem coisas tão contraditorias que chega a ser ridiculo.
No passado dia 01 de Julho de 2007, esperava eu pelo metro, na estação da Trindade no piso de superficie, quando olhei para o placar para ver quanto tempo faltava para o metro chegar.
Visto faltar algum tempo, decidi satisfazer um desejo e uma necessidade fisica, ou seja, acendi um cigarro.
Descansado da vida, quando um vigilante se chega a mim e pede que apague o cigarro, ao qual eu perguntei o motivo.
A resposta foi de que estava a fumar num local proibido.
Admirado com tal resposta, respondi:
1° não vejo logotipos que me proibam
2° estou á beira de 2 grandes cinzeiros
3° a gravação automatica do metro de poucos em poucos minutos, diz:
« INFORMAMOS DE QUE É PROIBIDO FUMAR NAS ESTAÇÕES SUBTERRANEAS...»
Assim sendo, penso ter todo o direito de fumar onde estou.
Um outro colega desse vigilante, arrogantemente derige-se á minha pessoa dando ordem para a pagar o cigarro.
Pereante tal arrogância, obrigou-me a reduzi-lo á sua insignificancia.
Impotente teve de recorrer á força policial.
Chegados estes, eu ainda disfrutava do meu vicio.
Pediram os que os outros me haviam pedido, levaram a mesma resposta que os outros.
Perante quem via a situação, os agentes só tinham 2 opcções de actuação.
Uma era de me retirarem á força do local, a outra e a mais sensata, era identificar e aplicar a respectiva coima e foi essa atitude que tomaram.
Pergunto-me a mim mesmo, como posso incorrer numa multa, quando nada me diz de que não posso fumar, pelo contrario, exixtem lá 2 cinzeiros enormes.
Enfim, vou ver se sou absolvido ou condenado numa coima que vai dos 50€ aos 1000€.